Testemunho 2
“O que me dava mais medo não eram os tratamentos em si, mas viajar para um país que não conhecia e não falar a língua. Saber que tinha alguém em português na clínica, disponível para traduzir e explicar tudo, fez toda a diferença. Senti que não estava a tomar decisões no escuro.”
— L., 47 anos, vive na Alemanha